F for Food

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A 3-part food, art, philosophy and technology project, comprising a TEDx talk/lecture-performance (2013), an essay (2014) and a dinner-performance TV show (which was supposed to premiere in 2016 but ended up being recycled, in 2018, for the launch of the Food Journal in Aalto University). The TEDx talk was presented at Plataforma das Artes (Guimarães, Portugal) in February 2013 within the frame of a food & culture series of talks and then replicated for the Congresso Nacional de Cozinheiros (Aveiro, Portugal), in November 2013. In 2014, a namesake essay was published in TRASHÉDIA, one of the online food writing projects Chef Rø was involved with. The text was later re-composed and turned into Chef Rø’s main manifesto.

About the performance in Aalto University…

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Blog Post (PT):

2013 começou assim. Um pontapé de saída, ainda embrionário, para a instauração de uma nova Rø’tten Age. Ou matava o Chef Rø, ou obrigava o Chef Rø a inventar um novo posicionamento conceptual. Não se pode ficar muito tempo no sótão d’avó — o pó entope as sinapses e a humidade aloja-se no temperamento, atraindo toda a sorte de germes que só querem “putas e vinho verde”. E o Chef Rø é tudo menos cozinheiro — é que a gastronomia está mais para o design que para a arte, e eu nunca tive muito jeito para o desenho… Foi mais ou menos isto que tentei comunicar, mesmo que subliminarmente, durante a minha apresentação no TEDxGuimarães. Um ano depois, em Fevereiro de 2014, transformarei esse pensamento em acção, numa performance/instalação que será mais “putativa” que “gustativa”, ainda que de fácil digestão! Não será sobre mas sim à volta do filme de Orson Welles, cujo título manobrei para dar nome à minha talk vimaranense e também ao texto que ainda este mês será publicado. “F FOR FOOD” é apenas um dos desvios rizomáticos que se esperam para o próximo Ano Culinário que será, espero, meta-retiniano, proto-cínico e alter-moderno, mas sempre über-delicioso! Afinal de contas, o conceito do Røstaurant™ é só um: fazer comida — o sensual absoluto ainda vinga, e serve-se gelado, como qualquer boa indústria criativa. Mantenham-se atentos que isto vai entrar em combustão espontânea não tarda nada… 😉